XVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

poundianas


poundianas

torquato era um poeta
que amou a ana
leminski profeta
que amou a lice
um dia/pós
veio uilcon torto
e pegou a jóia diana
e junto na pereiralice

com o corpo &  alma
 das duas
foi Bouvoir assombradado
roendo o osso do mito
pra lá de frança ou bahia
pois tudo que o anjo dizia
Sartre jurou já ter dito


NONADA
- biúte : ria

Artur Gomes
In Brazilírica Pereira : A Traição das Metáforas







Eu dos Temporais
Reynaldo Bessa/Alexandra Lemos

Não há  nenhum sinal de mim no horizonte
Nem das garrafas que eu lancei de um outro mar
Pra te contar que me esqueci
E por onde foi que me perdi
E afinal desaprendi  como voltar
Não adianta esperar que o sol desponte
Eu não estou por perto nem já vou chegar
Rasguei as velas que eu mesmo abri
E em cada sonho que dormi
Eu era o mar e me engoli pra não voltar
Eu era o mar e me engoli pra não voltar
Tomei de volta o meu futuro que era seu
E o seu passado que era meu não quero mais
O dia ainda está escuro e já nasceu
Porque levei o sol comigo e muito mais
E se eu já nem sei olhar pra trás
Pra que saber onde é o cais
Até meu nome se perdeu
Hoje me chamo eu dos temporais
Quando eu achar o fim do mar e a sua fonte
O sol é seu porque não vou mais precisar
Vai parecer que nunca existi
Pois não há sinal de mim aqui
De tantos mares que eu bebi pra não voltar
De tantos mares que eu bebi pra não voltar
E se eu já nem sei olhar pra trás
Pra que saber onde é o cais
Até meu nome se perdeu
Hoje me chamo eu dos temporais

Faixa do CD O Som da Cabeça do Elefante





natureza morta

o passarinho sem pernas
olha de dentro da gaiola
pendurada no teto
dentro do quarto
da casa sem quintal
a tarde que brilha lá fora

o passarinho sem asas
olha o que o olho permite:
vôo inútil que a tarde inventa
a luz morna e provisória
que vai ser escuro daqui a pouco

o passarinho sem passarinho
a tarde abso
luta
sem pernas
sem asas
sem nada

Celso Borges
no livro BELLE EPOQUE





Sentença

faz muito tempo que eu venho
nos currais deste comício,
dando mingau de farinha
pra mesma dor que me alinha
ao lamaçal do hospício.
e quem me cansa as canelas
é quem me rouba a cadeira,
eu sou quem surfa no trilho
e ainda paga passagem,
eu sou um número ímpar
só pra sobrar na contagem.

por outro lado em meu corpo,
há uma parte que insiste,
feito um caju que apodrece
mas a castanha resiste,
eu tenho os olhos na espreita
e os bolsos cheios de pedras,
eu sou quem  não se conforma
com a sentença ou desfeita,
eu sou quem bagunça a norma,
eu sou quem morre e não deita.

Salgado Maranhão
Do Livro A Cor da Palavra


Prêmio da Academia Brasileira de Letras – 2011

domingo, 20 de outubro de 2013

XXI Congresso Brasileiro de Poesia por Renato Gusmão

XXI CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA – BENTO GONÇALVES – RS

             São vinte e um anos, muitas histórias, muitos projetos, realizações, prazeres, etc...   Para mim, sexta etapa, visto que, desde 2008 a semana desse evento tornou-se agenda oficial em minha vida. A Serra Gaúcha é poesia no início da primavera. A Cidade de Bento Gonçalves enfeita-se de palavras e por suas vidraças expõe-se à alma de cada poeta que vão chegando e conferindo de vitrine em vitrine, lado a lado nas ruas, em busca de seus poemas ali manuscritos nos vidros, com o gosto das uvas e dos vinhos, à espera da leitura prazerosa dos transeuntes e por que não dos próprios autores a exaltassem orgulhosos.
             A meta do XXI Congresso Brasileiro de Poesia foi batida e o resultado foi a premiação, através da alegria e da espontaneidade de cada artista das palavras, despojando talentos e emoções pelas escolas, pelas repartições públicas, pelos hospitais, penitenciária, APAE e pelas ruas e praças de Bento. Parabéns a todos que levaram seus poemas para colorir de paixão a cidade que nessa época fria de temperatura, porém, efervescente, através dos sorrisos belos e acolhedores de cada habitante. Não tem mistério, nem muito que pensar... É arregaçar as mangas e apontar para o vigésimo segundo, dois mil e quatorze já é bem aqui e uníssonos já estamos a gritar direto para as Minas Gerais: Ronaldo Werneck, contamos com tua sagacidade!
             Muito obrigado, Marina Colasanti, que emprestou sua vasta biografia e nos encheu de orgulho por ser a escritora homenageada da XXI edição! Parabéns, tuas grandiosas intervenções, sempre com muita sabedoria deixaram um tanto de esperança para cada um de nós, em cada fala tua!         Ademir Antonio Bacca, em nome de todos os participantes do XXI Congresso Brasileiro de Poesia e sem pedir licença para tal ousadia, digo-lhe, muito obrigado, por essas magias que proporcionas, e também, em realizar sonhos, porque és poeta e sabes que poeta sonha toda hora. Parabenizamos-lhe e afirmamos-lhe que já podes contar com nossos trabalhos, mesmo nem sabendo do que nos espera, exceto que a cada ano há belas e grandes histórias.


Renato Gusmão (coordenador da Proyecto Cultural Sur Brasil – Núcleo Norte)            

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Ronaldo Werneck será o escritor homenageado no XXII Congresso Brasileiro de Poesia

RONALDO WERNECK SERÁ O ESCRITOR HOMENAGEADO DO XXII CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA 

Em reunião da diretoria do Proyecto Cultural Sur/Brasil durante o XXI Congresso Brasileiro de Poesia, o escritor RONALDO WERNECK foi escolhido para ser o escritor homenageado da próxima edição do evento, a ser realizada entre os dias 6 e 11 de outubro de 2014. 

Mineiro de Cataguases, o poeta e cronista Ronaldo Werneck tem sete livros de poemas publicados, sendo o mais recente cataminas pomba & outros rios (2012). Em 2009, publicou pela Artepaubrasil o livro de crônicas Há Controvérsias 1 e um ensaio biográfico sobre Humberto Mauro, um dos pioneiros do cinema nacional: Kiryrí Rendáua Toribóca Opé – humberto MAURO revisto POR ronaldo

WERNECK. Em 2011, lançou Há Controvérsias 2, o segundo volume de suas crônicas. O poeta acredita que o poema, qualquer poema, é para ser lido & relido, & de novo relido & lido, agora & a toda hora. E sempre

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Poesia do Brasil


Assombros

Às vezes, pequenos grande terremotos
Ocorrem do lado esquerdo do meu peito.

Fora, não se dão conta os desatentos.

Entre a aorta e a omoplata rolam
alquebrados sentimentos.

Entre as vértebras e as costelas
há vários esmagamentos.

Os mais íntimos
já me viram remexendo escombros.
Em mim há algo imóvel e soterrado
Em permanente assombro.

Affonso Romano de Sant´Anna
Poesia do Brasil – Vol. 17
Ed. Grafite – XXI Congresso Brasileiro de Poesia
Bento Gonçalves-RS – Outubro 2013




Enredo para quarta-feira

claro como ver o sol
que brinca feito um gato
na contradança real da cidade
escarrando na manhã dos favelados:
brilhos e bactérias.

calma na manhã verde-rosa
acossada aos tapumes,
e as cinzas sob o claro
e o teto sobre a cara
amanhecendo os pandeiros,
silenciando os enredos: ali,

na revanche dos olhos,
entre ar-
canos e pipas-alarde
o vento alude
uma pavana para Cartola.

e novamente haverá
salários baixos, fome, sangue
e paciência,
até o próximo carnaval?

Salgado Maranhão

do livro A Cor da Palavra
Prêmio da Academia Brasileira de Letras - 2011com





Trem Da Consciência

Música: Vital Farias
Poema: Salgado Maranhão
Voz: Zeca Baleiro

Não espere que eu fale só de estrelas
Ou do vinho feliz
Que eu não tomei
Porque
Fora de mim
Não levo além da sombra
Uma camisa velha
E dentro do peito
Um balde de canções
Uma gota de amor
No útero de uma abelha
Não repare se eu não frequento o clube
Dos que sugam o sangue das ovelhas
Ou amargam o mel
Dessa colméia
É que eu já vivo
Tão pimenta
Tão petróleo
Que se você acende os olhos
Me incendeia
Hoje em dia
Pra gente amar de vera
É preciso ser quase
Um alquimista
Ou talvez o maquinista
Do trem da consciência
Pra te amar com tanta calma
E com tanta violência
Que a tua alma fique
Toda ensanguentada
De vivência







Jura secreta 16
para May Pasquetti

fosse esta menina Monalisa 
ou se não fosse apenas brisa 
diante da menina dos meus olhos 
com esse mar azul nos olhos teus

não sei se MichelÂngelo
Da Vinci Dalí ou Portinari te anteviram
no instante maior da criação
pintura de um arquiteto grego
quem sabe até filha de Zeus

e eu Narciso amante dos espelhos
procuro um espelho em minha face
para ver se os teus olhos
já estão dentro dos meus

artur gomes

http://juras-secretas.blogspot.com






Epílogo

na quase esquina
não há vaga
perdeu-se o tato
perdeu-se a valsa
perdeu-se o enlace

na quase esquina
não vale

não vale o dote _ não vale
não vela a pena _ não vale
não vale o trote _ não vale
não vale o chumbo _ não vale

não vale o passe
<não vele o rito do sal>
jorrado na face

Cláudia Gonçalves
Poesia do Brasil – Vol. 17
Ed. Grafite – XXI Congresso Brasileiro de Poesia
Bento Gonçalves – outubro 2013







Vidráguas

Porque chove...
Tudo é água
que empoça e embacia
Tudo é lágrima
que sublima, condensa e lava
Porque choro...
Chovo mais que o céu
Transbordo-me
Parto palavras como se ossos se liquifizessem
Porque chove
Versejo em gotas de ilusão
Espanto as horas mormacentas
Granito janelas na rua
Porque chove...
Salpico meus pesadelos
Nessas Vidráguas, encontro a poeta
Brindamos vidros com água...

Carmen Silvia Presotto
Poesia do Brasil -0 Vol. 17
Ed. Grafite – XXI Congresso Brasileiro de Poesia
Bento Gonçalves-RS – outubro 2013

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Poesia do Brasil


Em face do mistério

minha sina é uma canção
de amor no temporal.
desliza sobre mares
rola sob viadutos
ruínas e paixões.

meu coração quasar rasante
(vale-transporte para a  via láctea)
brota sob o carpete.
sobre os alagados
e as cinzas do não.

(ó sina que me arremessa
na canção do temporal!)

do acervo do não ser
a essência das coisas range
pedindo para nascer.

Salgado Maranhão
do livro a Cor da Palavra
Prêmio da Academia Brasileira de Letras - 2011



Desastre

Há quem pretenda
       que seu poema seja
        mármore
        ou cristal - o meu
o queria pêssego
                pera
                banana aprodecendo num prato
e se possível
numa varanda
onde pessoas trabalhem e falem
e donde se ouça
                            o barulho da rua.
                  Ah quem me dera
                  o poema podre!
a polpa fendida
                   exposto
o avesso da voz
                                   minando
                     no prato
o licor a química
                     das sílabas
                      o desintegrando-se cadáver
                      das metáforas
                       um poema
                       como um desastre em curso.

Ferreira Gullar
Ed. Grafite - XXI Congresso Brasileiro de Poesia
Bento Gonçalves-RS - outubro 2013



De caça a caçador

Para alcançar palavras que nos fogem
preciso é acarpetar os passos
velar de espesso véu nosso desejo
e esperá-las
caiados
de tocaia.
Sempre haverá um momento
de descuido
em que a palavra
recolhidas asas
pousará sobre a língua
e será nossa.

Entrementes
há que tomar cuidado.
Assim com as caçamos
palavras há também 
em cada esquina
prontas
com unha e dente
a nos saltar em cima.

Marina Colasanti
Poesia do Brasil - Vol. 17
Ed. Grafite - XXI Congresso Brasileiro de Poesia
Bento Gonçalves-RS - outubro 2013



Da inutilidade


muito
que
me 
cansam
estas
bocas
mudas
que 
não
mudam
nada

Ademir Antônio Bacca
Poesia do Brasil - Vol. 17
Ed. Grafite - XXI Congresso Brasileiro de Poesia
Bento Gonçalves-RS - outubro 20139
www.ademirbacca.blogspot.com 



Poética 9

eu sou drummundo
e me confundo
na matéria amorosa
posso estar
na fina flor da juventude
ou atitude
de uma rima primorosa
e até na pele/pedra
quando invoco
me desbundo
e baratino
então provoco
umbarafundo cabralino
e meto letra
no meu verso
estando prosa
e vou pro fundo
do mais fundo
o mais profundo
mineral
guimarães rosa

Artur Gomes
Poesia do Brasil - Vol. 17
Ed. Grafite - XXI Congresso Brasileiro de Poesia
Bento Gonçalves-RS - outubro 2013





quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Programação Oficial do XXI Congresso Brasileiro de Poesia

XXI CONGRESSO BRASILEIRO DE POESIA
XXI ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE CASAS DE POETAS
XVIII MOSTRA INTERNACIONAL DE POESIA VISUAL
“Marina Colasanti: Quando eu quero ver melhor o mundo, eu o olho através das palavras.”
Bento Gonçalves – RS – 30 de setembro  a 5 de outubrode 2013



PROGRAMAÇÃO OFICIAL

30 de setembro (segunda-feira)


Manhã

09:00h
— Recepção e credenciamento de poetas e convidados do XXI Congresso Brasileiro de Poesia e demais eventos
Local: Hotel Vinocap

Tarde
17:00h
— Abertura oficial dos eventos:

XXI Congresso Brasileiro de Poesia
XXI Encontro Latino-Americano de Casas de Poetas
XVIII Mostra Internacional de Poesia Visual
Intervenção Poética: Sady Bianchin, Marcela Gianini, Jairo Klein e Marco Bahrone
Intervenção Musical: Luis Ramos
Local: Salão Nobre da Prefeitura Municipal

19:30h
— Recital “Ela”, com Jairo Klein

19:50h
Palestra: "Como se fizesse um cavalo", com Marina Colasanti
Mediador: Toninho Vaz

20:40h
— Recital “Vozes Transgressoras”, com Sady Bianchin e Marcela Gianini

21:00h
Recital-show musical: “Solar da Fossa”, com Toninho Vaz, Gutemberg Guarabyra e Fábio Santini


01 de outubro (terça-feira)


08:00h
— Projeto Poetas na Escola
Participantes: Escolas do Município

08:30h
— Encontro dos escritores Marina Colasanti e Affonso Romano de Sant’Anna com Professores da Rede Municipal de Ensino
Local: SMED
— Projeto “Uma Idéia Tece a Outra”, com Geraldo Coelho Vaz
Local: Biblioteca Pública Castro Alves


13:00h
Roda de Poesia
Local: Chafariz da Via Del Vino

13:30h
— Projeto Poesia e Recreação em Escolas e Creches
Participantes: Escolas do Município

16:00h
— “Poesia numa hora dessas?”
Local: Secretaria Municipal de Finanças

19:00h
— Abertura da XVIII Mostra Internacional de Poesia Visual e da Mostra “Visagens
Local: Fundação Casa das Artes
Curadores: Artur Gomes e Tchello d’Barros

19:30h
— Projeto Poetas na Escola
Local: Escolas do Município
— Recital Poético com Alice Souto e Caró Lago
Local: Auditório Instituto Federal
— Exibição do curta-metragem “Espécie Humana Headlines”, de Giancarla Brunetto
— Encontro dos Escritores Affonso Romano de Sant’Anna e Marina Colasanti com professores e diretores da Rede Escolar Municipal e convidados
Local: Auditório do SESC

19,50h
Debate com a diretora Giancarla Brunetto
Mediador: Jiddu Saldanha
Local: Sala de Cinema da Casa das Artes

20:10h
— Palestra: “Letra / Imagem: A trajetória poética de Edgard Braga”, com Beatriz Helena Ramos Amaral
Mediadores: Artur Gomes e E.M. de Melo e Castro
Local: Sala de Cinema da Casa das Artes

— Palestra: "O Solar da Fossa"
Palestrante: Toninho Vaz
Local: Auditório Instituto Federal

20:50h
— Intervenção Poética com Edmilson Santini e Márcia Mendes
Local: Auditório do Instituto Federal

21:00h
— Intervenção Poética com Jorge Ventura, Angela Carrocino e Eugênia Loretti
Local: Sala de Cinema da Casa das Artes

21:10h
— Intervenção Musical com Pedro Marodin
Local: Auditório do Instituto Federal

— Intervenção poético-musical com Anand Rao
Local: Sala de Cinema da Casa das Artes

22:30h
— Sarau em Homenagem a Maria Clara Segóbia
Coordenação: Iára Pacini e Ana Luiza
Local: Restaurante Cachaçaria

02 de outubro (quarta-feira)


Manhã
08:00h
— Projeto Poetas na Escola
Participantes: Escolas do Município

09:00h
— Projeto “Uma Idéia Tece a Outra”, com Toninho Vaz e Guarabyra
Local: Biblioteca Pública Castro Alves
— Palestra de Marina Colasanti
Local: Escola Dona Isabel

Tarde
13:00h
Roda de Poesia
Local: Chafariz da Via Del Vino

13:30h
— Projeto Poesia e Recreação em Escolas e Creches
Participantes: Escolas do Município

16:00h
— “Poesia numa hora dessas?” com Sady Bianchin e Marcela Gianini
Local: 16ª CRE

17:00h
— Sessão de Autógrafos de Affonso Romano Sant’Anna e Marina Colasanti
Local: Livraria Aquarela

18:30h
— Atividades Literárias no NEJA/Presídio Municipal

Noite
19:30h
— Projeto Poetas na Escola
Participantes: Escolas do Município

— Recital “Poesia in concert” com Artur Gomes e convidados

20:00h
— Palestra “Cora Coralina”, com Geraldo Coelho Vaz

20:40h
— Recital “A voz dos povos”, coordenado por Cláudia Gonçalves

21;20h
— Acústico com Diogo Farina e Camila Farina
Local: Sala de Cinema da Casa das Artes

22:30h

— Recital “Antológicos
Coordenação: Cláudia Gonçalves e Jiddu Saldanha
— Lançamento das antologias “Poesia do Brasil” (volumes 17 e 18) e “Poeta, Mostra a tua cara” (volume 10)
— Show “Solar da Fossa”, com Toninho Vaz, Gutemberg Guarabyra e Fabio Santini

03 de outubro (quinta-feira)


Manhã
08:00h
— Projeto Poetas na Escola
Participantes: Escolas do Município
— Recital “Dentro da lua”, com Renato Gusmão e Monica Lima
Local: Escola Santa Helena
— Recital “Vozes Transgressoras”, com Sady Bianchin e Marcela Gianini
Local: Escola Noely C. De Rossi
— Projeto Poesia e Recreação em Escolas e Creches

09:00h
— Projeto “Uma Idéia Tece a Outra”, com Airton Ortiz
Local: Biblioteca Pública Castro Alves

11:00h
— Lançamento do livro “Gringo”, de Airton Ortiz
Local: Livraria do Maneco

Tarde
13:00h
Roda de Poesia
Local: Chafariz da Via Del Vino
13:30h
— Projeto Poesia e Recreação em Escolas e Creches
Participantes: Escolas do Município

16:00h
— “Poesia numa hora dessas?”, com Jorge Ventura, Tchello d’Barros e Alice Souto
Local: Câmara de Vereadores

17:00h
— Sessão de Autógrafos e Recital “Solar da Fossa”, com Toninho Vaz, Gutemberg Guarabyra e Fábio Santini
Local: Livraria Aquarela

Noite

19:30h
— Projeto Poetas na Escola
Participantes: Escolas do Município

— Monólogo “O encontro de Machado de Assis com Guimarães Rosa”, com Edmilson Santini
19;50:00h
— Palestra de Airton Ortiz
20:30h
— Intervenção Poética com Dalmo Saraiva, Piri e Marcos Bahrone
20;50h
— “Cidade do Haicai”, com Jiddu Saldanha e convidados
21:20h
— Acústico com Rodolfo Costa
Local: Sala de Cinema da Casa das Artes

22:30h

Sarau
Local: Restaurante Cachaçaria

04 de outubro (sexta-feira)


08:00h
— Projeto Poetas na Escola
Participantes: Escolas do Município
— Projeto Poesia e Recreação em Escolas e Creches com os palhaços Picolé e Espelinho
Local: Escolas do Município
— “Poesia numa hora dessas?”, com Sady Bianchin e Marcela Gianini
Local: SMED
— “Chocolate com Poesia na Biblioteca
Local: Escola Gen Bento Gonçalves da Silva

09:00
— Projeto “Uma Idéia Tece a Outra”, com E. M. de Melo e Castro
Local: Biblioteca Pública Castro Alves

10:00h
Recital “Poesia para pessoas muito especiais
Local: APAE

Tarde
13:00h
Roda de Poesia
Local: Chafariz da Via Del Vino
13:30h
— Projeto Poesia e Recreação em Escolas e Creches
Participantes: Escolas do Município

Noite
19:30h
— Recital “Dentro da lua”, com Renato Gusmão e Monica Lima
20:00
— Palestra: "A poesia experimental portuguesa", com E. M. de Melo e Castro
20:50h
— “O Ano de Portugal no Brasil” – Palestra e poemas de autores portugueses
com Antònio Soares e Santa Inéze
Participação especial: Jairo Klein, interpretando poemas de Fernando Pessoa

21:30h
— Acústico com Wladi Costa e Leo Pértile
Local: Sala de Cinema da Casa das Artes

22:30h
— Sarau de Encerramento
Local: Restaurante Cachaçaria

 

05 de outubro (sábado)



09:00h
Plantio Pitangueira Poética e Árvore dos Povos
— Encerramento dos eventos
Local: Praça Centenário